Histórias de assombrações, fantasmas e espíritos

Histórias verdadeiras, fatos verídicos, experiências reais do além. Fantasmas, espíritos, assombrações? Nós também buscamos descobrir a verdade.
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Entrevista sobre o Projeto Paranormal

Leia entrevista sobre o Projeto Paranormal ao site Entrementes, clicando aqui.

Se quiser mandar sua história, mande no email projetoparanormal@gmail.com

A partir de Março estaremos em campo para trazer e colocar no blog entrevistas e reportagens sobre histórias e fatos reais.


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Leonardo DiCaprio diz que a sua casa «faz barulhos estranhos»

Apesar de não acreditar em fantasmas, Leonardo DiCaprio diz que a sua casa «faz barulhos estranhos à noite.



O ator de 39 anos confessou que a última vez que ficou «verdadeiramente aterrorizado» foi quando foi acordado por sons estranhos vindos de um outro quarto da sua casa.

No entanto, Leonardo DiCaprio não acha que a mansão esteja assombrada, porque não acredita em fantasmas.

Ao ser entrevistado no programa britânico «Lorraine», o ator explicou que às vezes tem de se levantar a meio da noite para verificar se está alguém estranho dentro de casa. «Parecem rangidos, como se fosse um chão de madeira velha. Deve ser do vento ou da forma como a casa foi construída», contou.
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Tragédia no Joelma fez 40 anos: lugar é considerado assombrado

Palco de quase 200 mortes no dia 1º de fevereiro de 1974, o prédio que hoje se chama Edifício Praça da Bandeira foi construído em um terreno marcado por outras mortes em épocas distintas segundo relatos



Uma aura de mistério cerca o local onde fica o edifício Joelma, no centro da cidade de São Paulo. Palco de quase 200 mortes no dia 1º de fevereiro de 1974, o prédio que hoje se chama Edifício Praça da Bandeira foi construído em um terreno marcado por outras mortes em épocas distintas segundo relatos.
Uma das lendas que cercam o local diz que o terreno do Joelma serviu como um “local de castigo” para escravos indisciplinados que trabalhavam na região entre os séculos XVIII e XIX.  Negros teriam sido torturados até a morte, gerando a primeira série de mortes no local, considerado por muitos como amaldiçoado.









Pessoas se jogaram do Edifício Joelma durante o incêndio

Crime do poço
Antes de ser comprado por uma grande incorporadora, o terreno do Joelma era ocupado pela casa de Paulo Ferreira de Camargo, um professor de química orgânica da Universidade de São Paulo (USP). Em 1948, ele matou a tiros a mãe e duas irmãs, jogando os corpos em um poço que mandara construir dias antes no quintal da casa.
Segundo a versão do professor, seus familiares morreram em um acidente de automóvel durante uma viagem ao Paraná. O relato, porém, não convenceu a polícia, que, ao investigar o caso acabou descobrindo os corpos jogados no poço. Ao perceber que havia sido descoberto, Paulo foi até o banheiro e cometeu suicídio, dando um tiro contra o peito.
Além das mortes de Paulo, da mãe dele e das duas irmãs, o crime do poço ainda deixou uma vítima indireta, já que um dos bombeiros que participaram do resgate dos corpos morreu dias depois por infecção cadavérica, o que aumenta o número de mortes no terreno.









Construção do Joelma
Com 25 andares, sendo dez de garagem, o Joelma foi inaugurado em 1971, no mesmo terreno que ficou conhecido pelo Crime do Poço. Apesar de ser um prédio novo, ele foi consumido em questão de minutos por um incêndio que deixou 191 pessoas mortas e feriu mais de 300 no ano de 1974.



O prédio foi consumido pelas chamas do incêndio que começou no 12º andar 
Foto: Jornal do Brasil/Arquivo / Reprodução

As mortes violentas provocadas pelas chamas logo contribuíram para o surgimento de histórias envolvendo a presença de espíritos inquietos nos corredores do prédio.

Uma das histórias mais famosas, recontada diversas vezes entre os frequentadores do prédio, é a do caso de uma funcionária de um escritório de advocacia que teria ouvido, já tarde da noite, um barulho de porta sendo aberta.  Porém, quando ela foi verificar, a porta continuava fechada.

Instantes depois, ela ouviu o mesmo barulho e avistou o vulto de uma mulher passando pela sala de entrada. Quando chegou perto, porém, a funcionária não viu ninguém. Com medo, ela saiu do escritório rapidamente e, ao trancar a porta, viu novamente o vulto de uma mulher ao fundo no corredor. Segundo relatos, a assistente se demitiu, já que seria obrigada a ficar até tarde da noite outras vezes.



Fantasma no estacionamento

Outro relato famoso é o de um suposto entregador que teria avistado um fantasma no estacionamento do edifico.  Enquanto esperava seu ajudante retornar ao carro, ele viu uma mulher vestida toda de branco, flutuando em direção ao seu carro.

Assustado, o homem disse que saiu do local em direção ao colega de trabalho. Após a entrega, ele foi embora e não voltou mais ao prédio.







Joelma, 23º andar


Uma fotografia do filme Joema, 23º andar mostra uma silhueta que seria de um espírito 
Foto: Reprodução

Em 1979, um filme com o roteiro baseado nas cartas psicografadas por Chico Xavier creditadas à uma das vítimas do Joelma também ganhou contornos sobrenaturais. Durante as filmagens do longa “Joelma, 23º andar”, membros da equipe relataram ruídos misteriosos, refletores caindo sem motivo aparente e até o registro “sobrenatural” em uma fotografia.

A imagem, do momento em que os atores gravavam uma cena crucial, quando as personagens eram atingidas pelas chamas, uma forma transparente também é translúcida. Ninguém soube explicar o que seria aquela “sombra”. Alguns acreditam que seja o espírito de uma mulher que morreu durante o incêndio.

O mistério das 13 almas

O maior mistério envolvendo o incêndio do Joelma, porém, envolve as supostas almas de 13 pessoas que morreram presas no elevador do edifício no dia do incêndio. As vítimas morreram carbonizadas e, devido ao estado dos corpos, não foi possível fazer a identificação, já que não existia teste de DNA na época.

Os 13 cadáveres foram enterrados lado a lado no Cemitério São Pedro, na Vila Alpina, zona leste da capital, em uma espécie de memorial. Desde então, o local atrai peregrinos que passaram a atribuir supostos milagres às 13 almas do edifício Joelma.



Ao lado das sepulturas, foi construída uma capela em memória às 13 almas. É costume dos visitantes do local deixar copos d’água sobre os túmulos, o que seria uma forma de aliviar o sofrimento daqueles que morreram queimados.

A ritual começou quando frequentadores do cemitério relataram que, em um certo dia, pouco tempo após o incêndio, foram ouvidos gemidos e choros vindo da área das 13 sepulturas. Sabendo da causa das mortes, uma pessoa resolveu derramar água sobre os túmulos, o que teria cessado os gemidos.



No local, existem faixas e placas com agradecimentos por graças alcançadas por intermédio das 13 almas.
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Fonte: Reportagem Tribuna Hoje

O contador Osório Gonçalves da Silva, 60, um dos sobreviventes do incêndio no edifício Joelma, em São Paulo, há 40 anos, lembra-se claramente de ter sido salvo da morte por uma criança que surgiu diante dele em uma visão.

"Eu fui salvo graças a uma ajuda espiritual", diz Silva.

Outro sobrevivente da tragédia, o pastor evangélico William Conceição Ferraz, 56, que também estava no prédio na hora do incêndio, afirma que foi um 'anjo' que indicou a ele o caminho para a saída.

"Um anjo disse: levante e vem (sic)", diz o pastor.

Os dois contaram à reportagem do UOL o que enfrentaram naquele 1º de fevereiro de 1974, quando o prédio na região central da capital paulista pegou fogo, levando à morte 188 pessoas e deixando mais de 300 feridas.

O contador Silva se recorda do grito que percorreu o 21º andar do edifício, onde ele trabalhava: "Está pegando fogo! Olha a fumaça!"

Eram 9h da manhã, e o alerta provocou um instante de silêncio e paralisação, seguido por correria em direção aos elevadores.

Funcionário do banco Crefisul, que ocupava a maioria dos 25 andares do Joelma, o jovem Silva, na época com 20 anos de idade, cedeu o último lugar no elevador a uma senhora e resolveu esperar pelo próximo elevador, que nunca veio.

O fogo teve início no 12º andar após um curto-circuito em um aparelho de ar condicionado e se alastrou para os andares superiores. Das 750 pessoas que estavam no prédio, 188 morreram e mais de 300 ficaram feridas.

Ainda sem saber da gravidade do incêndio, Silva foi até as escadas, quando as luzes se apagaram. Ele desceu três andares e encontrou um grupo que subia desesperadamente. Foi aí que aconteceu o que ele chama de 'ajuda espiritual'.

"Uma criança apareceu na minha frente, me mandou entrar naquele andar e desapareceu", afirma o contador.



INCÊNDIO NO EDIFÍCIO JOELMA MUDOU HISTÓRIA DA PREVENÇÃO NO BRASIL

Ali, o contador se deparou com pessoas sentadas no chão, chorando, desanimadas. Um grupo queria se livrar das pilhas de documentos e das luxuosas e longas cortinas da sala, que cobriam as janelas de vidro, já estourando por causa do calor, para evitar que os papéis e o tecido servissem de combustível para o fogo. O temor de machucar a multidão que se formara em frente ao edifício impediu a ação.

Uma mulher viu a chegada dos bombeiros, e a notícia encheu todos de esperança, até o momento em que perceberam que a escada Magirus não alcançaria o andar em que estavam.

Foi aí que o contador Silva teve a ideia de usar as cortinas para descer até a escada dos bombeiros, mas a solução não salvaria a todos, ele lamenta.

"Uma moça linda (...) não teve força suficiente para se segurar na cortina e caiu, assim como outros", relata o contador.

Quando o contador conseguiu descer pelo pano, percebeu que dois andares ainda o separavam da escada Magirus. Então, teve de se agarrar ao concreto e às janelas quentes para alcançar os bombeiros, o que o deixou com queimaduras nas mãos e no peito.

A intoxicação provocada pela fumaça fez com que Silva passasse dois dias no hospital. Foram mais alguns em casa até que o banco Crefisul providenciou um novo endereço de trabalho, na avenida Ipiranga.

"A ausência de tantos colegas que morreram deixou tudo muito triste", diz o contador.

Silva ainda trabalhou mais quatro anos na empresa, tendo constantes sonhos em que se via preso em um túnel, o que ele acredita ter sido uma consequência do que enfrentou no incêndio..

"Um anjo surgiu entre a fumaça e estendeu a mão"

O pastor William Conceição Ferraz, 56, outro sobrevivente da tragédia do Joelma, era office-boy quando o incêndio aconteceu. Até hoje, ele carrega o trauma de ter chegado tão perto da morte.

"Não consigo mais subir em lugares altos", diz o pastor, que tinha 16 anos na época e ainda chora toda vez que vê uma reportagem sobre o caso.

Ferraz chegou ao 13º andar do Joelma às 8h30 para pegar um cheque. Assim que assinou o comprovante de retirada, percebeu a correria no andar, que foi rapidamente tomado pela fumaça.

Evangélico desde os sete anos de idade, ele conta que sentiu-se fraco e caiu no chão; viu uma mulher grávida morrer ao seu lado. Ao notar as chamas, apelou para a fé: "Senhor, se tu tens um plano para a minha vida, eis-me aqui. Se quiser me levar, estou pronto", pediu em oração.

De acordo com o pastor, uma voz respondeu, perguntando como ele estava.

"Um anjo surgiu entre a fumaça e estendeu a mão", ele afirma. O "anjo" o levou até a porta do único elevador que ainda funcionava, de acordo com o pastor.

O então office-boy levou um choque quando chegou ao térreo e viu um padre dando a extrema-unção a uma mulher que havia se jogado do edifício queimando.

Momentos de horror

Muitas pessoas não puderam ser socorridas a tempo porque, além de as escadas Magirus e os jatos d'água dos bombeiros não alcançarem os andares mais altos do Joelma, o edifício não tinha escadas protegidas contra incêndio nem heliporto.



"Assim que chegamos, uma pessoa saltou do prédio e caiu bem perto de nosso carro", conta o policial militar aposentado Marcílio Machado Filho, 60, que se apresentou à Companhia de Operações Especiais da PM assim que ouviu a notícia do incêndio no rádio.



Este foi apenas o primeiro momento de horror vivido por ele naquele dia.

"No interior do prédio, as cenas pareciam de um filme de ficção científica. Os corpos derretiam com a água que batia no concreto quente", diz o policial.



A temperatura no interior do Joelma ultrapassou 100ºC, e as telhas de amianto na cobertura tornaram o calor insuportável. Um helicóptero da FAB (Força Aérea Brasileira) tentou, mas não conseguiu pousar no topo do prédio.



Uma das soluções adotadas pelos bombeiros, então, foi colocar um cabo entre o edifício em chamas e um prédio vizinho, e assim resgatar quem estava no terraço.

A memória considerada a mais triste pelo PM Machado é a de um homem que, preso atrás de uma cortina de fogo, foi incentivado pelos bombeiros a correr na direção do grupo de resgate. "Ele morreu em nossos braços", lamenta o policial aposentado.

As equipes de socorro chegaram ao Joelma pouco tempo após o início do incêndio, e o fogo foi controlado cerca de uma hora e meia depois. O episódio marcou a história do edifício paulistano, que ficou em reformas durante quatro anos e foi rebatizado, em 1978, de edifício Praça da Bandeira.







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Histórias reais - Parte 3

Joel de Souza

Esta uma casa em Jacareí, que eu morei em 1977. Estive lá ontem, sábado, 05/01/2014 em companhia de um amigo. (35 anos depois) A casa já era assombrada,inclusive me machucaram quando uma garrafa de coca-cola pulou da geladeira pro chão, furando meus dois pés, em cima e embaixo! Tudo porque minha mulher pediu pra eu subir numa pedra no corredor da casa, para que eu sentisse sensações estranhas. Não senti nada, mas caçoei, estrebuchei virando os olhos. Entrei em casa, abri a geladeira (coisa que eu não faço até hoje, não tenho habito de coisas geladas) então a garrafa saiu da geladeira e se espatifou no chão, cortando meus pés. Como os fantasmas já nos importunavam à meses, (atacavam visitas inclusive) eu fiquei bravo com o desaforo. Chamei um pai de santo que afastou os bichos. Mudei-me de lá em poucos meses, mas nunca me esqueci dos traumas nem voltei lá. 

Sábado ultimo resolvi ir lá e tirar fotos. Não esperava nada anormal, mas a simples visão da casa me impressionou muito mal. Aparência tétrica, tive má impressão da casa. Bati a foto do NUMERO colocado no portão, achando que não seria visível pois a olho nu quase não se via os numeros PRETOS! Escritos manualmente. 

Fiquei admirado com a NITIDEZ, dos números em AZUL, de METAL, não escritos manualmente. Mas o impressionante foi a "mancha" branca. Fixando a atenção nela eu vi um demônio irado olhando para a maquina digital. Mandei para o amigo que estava comigo, perguntei o que ele via na mancha branca ele respondeu: O Cão!. Ficamos exageradamente arrepiados.

Na outra foto, da frente da casa, acho que os números são pretos e escritos à mão, não consigo ver nas fotos, vou providenciar copias em tamanho maior. Eu temi entrevistar o morador, mesmo porque eu não esperava fotografar um demonio, achei que isso havia acabado, mas acho que ele se lembra muito bem de mim. Também não havia motivo para importunar o atual morador (tinha um carro na garagem) ou colocar min minhocas na cabeça dele. Eu não tinha visto as fotos, uma má impressão que tive da casa não foi suficiente para mim.  Mas acho difícil que aquela família tenha uma convivência pacífica com a casa.   

Acho que isso deve ser do interesse do Projeto Paranormal,   

Um abraço.

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Continuação enviada posteriormente:

OI Mary  Fiz uma copia 15x21 da foto e enviei a atual moradora da casa. Pela resposta, ela disfarça, mas "sabe das coisas". A irmã dela "reconheceu" a entidade rsrsrsr - Aquela casa é sim, é impossível desmentir, ASSOMBRADA e eu vivi lá, um ano, com o inimigo, achei que, na ocasião,.eu o havia expulsado, mas que nada, ELE mora lá. Melhor tratar com respeito porque é uma criatura de muito poder, MESMO.  Bjs   


Caro Joel
Recebi a foto que me enviou. Mostrei à minha irmã e ela o reconheceu.
Quando entrei na casa em 2003, alguns dias depois os arautos do evangelho estavam visitando o bairro, como sou muito católica, os recebi juntamente com Nossa Senhora de Fátima. Rezamos e a casa foi benzida cômodo por cômodo. Dentro dela o mau não entrou. O portão foi pichado, várias vezes, eu o lavava e eles pichavam de novo, então deixei como eles queriam. O mau está no vizinho da frente que fez pacto e é usuário de drogas. Está doido para entrar, mas não deixo. Obrigada por me avisar, minhas orações foram redobradas, faço cura e libertação com um padre, e estou providenciando benção com água benta pelo lado externo também.
Espero conseguir tirá-lo de uma vez por todas da minha vida, e acredito Deus é maior, senão  não é Deus.
Muito obrigada



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Daniela Abreu

Nossa casa em Augustinópolis/TO era uma casa baixa, onde as paredes não tocam o teto e nem era forrada, ou seja, dava para ouvir até a respiração nos outros cômodos.
Da cozinha até a sala tinha tinha um corredor onde ficava a porta do quarto da minha mãe. Eu sentia um calafrio quando passava nesse corredor, quando estava na cozinha e ia para a sala eu me preparava para correr e chegava na sala saltitando de medo, não sei explicar por que eu sentia aquilo, apenas sentia.

Bom, mas um dia estava a família reunida na sala assistindo televisão, e eu resolvi dormir, minha mãe desligou a televisão e foi para o quarto onde eu estava com a minha irmã, meu irmão foi para o quarto ao lado, quando de repente um "vaso" foi jogado no chão da sala, dava para ouvir os "cacos" se espalhando pelo chão. Acordei com minha mãe chamando meu irmão, perguntando se ele havia escutado e ele disse que sim, daí todo mundo se encontrou na sala para constatar que não era nada, não havia vaso nenhum em casa, mas o barulho foi imenso, foi algo assustador.

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Edilson Pereira, jornalista desde 1975, colunista do site www.parana-online.com.br

Há alguns meses eu percebi que a grama crescia defronte um sobrado perto de minha casa. Notando bem, eu percebi que as janelas estavam fechadas há bom tempo, que a correspondência estava jogada no quintal e que a calçada interna estava suja. O mato também crescia entre os muros do sobrado. E eu acabei concluindo que o morador viajou ou se mudou. No entanto eu encontrei um conhecido chamado Horácio Merengalli e ele me contou algo mais trágico que motivou o abandono da casa: o dono se matou. “Você não sabia?”. O meu interlocutor estava mais impressionado com a minha ignorância sobre tal fato, do que com a tragédia que envolvia o endereço.

Eu não sabia e não me interessei pelos detalhes da tragédia, se é que o meu interlocutor sabia mais alguma coisa. Fiquei calado e depois fui em frente. O sobrado foi colocado à venda. E de vez em quando apareciam pessoas conduzidas por corretores imobiliários que olhavam o imóvel, que é novo e bonito, mas curiosamente o tempo passava e ninguém comprava. Depois de algum tempo eu me encontrei de novo com Horácio Merengalli e indaguei se ele sabia mais alguma coisa sobre o sobrado que afastava os compradores. Perguntei se o preço era alto - afinal, o mercado imobiliário está mais aquecido que o verão de 2014. Ele disse que não era o preço.

Ele olhou para os lados, com expressão conspiratória e segredou: “Quando as pessoas descobrem o que aconteceu com o último dono, elas perdem o interesse”. Não que elas tivessem medo de assombração. Mas é a velha história, com estas coisas não se brinca. Uma dona bonita que se interessou pelo imóvel disse: “Pode falar o que quiser, mas fica um carma pesado no lugar em que acontece uma coisa assim”. Eu contei a história para o Miguel Angelo de Andrade e surpreendentemente ele concordou: “E fica mesmo. Você não conhece a história do Joelma?”. Foi Miguel quem me alertou que no começo deste mês fez 40 anos da tragédia do Joelma. Eu perguntei: “O que tem o Joelma com isso?”

Eu me lembrei do tempo em que morei em São Paulo e evitava passar perto dos edifícios Joelma e Andraus, palco de duas grandes tragédias - dois grandes incêndios. O primeiro, dia 1º de fevereiro de 1974, foi o maior incêndio da história de São Paulo. O fogo devorou o edifício e deixou um saldo de 191 mortos e mais de 300 feridos. No entanto, antes da tragédia, o terreno em que o Joelma foi erguido, perto da Praça da Bandeira, já era referência de eventos sobrenaturais desde o século 18, quando escravos seriam castigados e mortos no local. Sem contar o episódio escabroso chamado de O Crime do Poço, que aconteceu em 1948, envolvendo o professor de química orgânica da USP, Paulo Ferreira de Camargo.

Pois bem, Camargo matou a mãe e duas irmãs e jogou os corpos num poço que mandou construir dias antes no quintal de casa. Ele contou para os familiares que elas morreram num acidente de automóvel numa viagem ao Paraná. Os familiares acreditaram, mas a polícia foi investigar o caso, achou os corpos no poço e quando Camargo descobriu que foi desmascarado, ele correu ao banheiro e deu um tiro no peito. Somente esta história já é de arrepiar. E tem mais: dias depois, um dos bombeiros que ajudou a resgatar os corpos do poço acabou também morrendo por infecção cadavérica. Além disso, quando o edifício foi construído, uma funcionária de um escritório de advocacia que ficava à noite no trabalho acabou pedindo demissão do emprego porque era perseguida pelo vulto de uma mulher.

Miguel disse que havia outros casos, mas eu disse que ele não precisava relatar mais porque eu me convenci - não é que tenha medo de assombração - que a prudência aconselha a não desafiar o sono ou a angustia daqueles que atravessaram de olhos retos, para o reino crepuscular. Por vias das dúvidas, na próxima vez em que eu me encontrar com o meu amigo do São Lourenço, já sei o que vou dizer para ele: “Há mais coisas entre o céu e a terra, Horácio, do que sonha a nossa vã filosofia”. Os compradores de imóveis sabem disso. Para que correr o risco?
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Criança "acorda" no próprio velório: um zumbi ou não tinha morrido?

Aconteceu no Brasil. Veja a reportagem de TV local sobre esta perturbadora história.


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Programas na TV sobre fotos com fantasmas e manifestações de espíritos e assombrações

Neste link vc vê o último programa e abaixo outros programas anteriores:

http://www.redetv.com.br/atardeesua/video/376474/sensitiva-diz-que-fantasmas-podem-aparecer-em-fotos.html



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Mulher ouve mortos

Dona Francisca afirma que ouve os mortos dentro de um trem abandonado e de um túnel, onde ingleses construíram uma ferrovia no século passado. O mistério ronda Paranapiacaba (SP) e Geraldo Luís enfrentou o desafio de conhecer o túnel onde Dona Francisca ouve muitos trabalhadores que teriam morrido e sido enterrados.
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Balanço Geral SP investiga o mistério de novo fantasma em foto

Geraldo Luís recebeu convidados que tentaram explicar a provável presença de dois espíritos na imagem registrada em um balanço de Paranapiacaba (SP). Uma equipe de reportagem esteve no local e notou que os balanços se mexiam sem que ninguém tocasse neles.
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Quadro se move sozinho?

Casa em Paranapiacaba (SP) onde quadro se move sozinho. Moradores de uma cidade no interior de São Paulo afirmam que o fantasma de um engenheiro inglês tem assustado a vizinhança.
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Necrotério do Hospital das Clínicas em SP

O apresentador do Balanço Geral SP esteve no complexo do Hospital das Clínicas e conheceu um corredor por onde passam os corpos para o necrotério. Durante a reportagem é possível ver duas pessoas no fundo do corredor. Veja!
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Fantasmas em fotografias: será?!


Selecionamos alguns dos casos mais intrigantes dos últimos tempos, além dos que já publicamos aqui no blog. Acompanhe abaixo e se quiser mandar o seu caso, nos envie para: projetoparanormal@gmail.com

Juiz tirou uma foto dele e flagrou um espírito atrás. Impressionante!

Foto revela momento em que José Olindo flagrou uma pessoa que já morreu: imagem é autêntica

Desde meados de 2005, o juiz José Olindo Gil Barbosa, titular do Juizado Especial de Altos e da 32ª Zona Eleitoral, vive um drama sem precedentes em sua existência. Prejudicado por uma inflamação neural, ele simplesmente não consegue firmar-se e, para andar, depende do auxílio de duas bengalas canadenses.

O problema alterou completamente a rotina do magistrado, que antes de assumir as pequenas causas da comarca de Altos passou por Landri Sales, Manoel Emídio, Angical e Oeiras. Sem controle sobre os movimentos das pernas, já não pode dirigir. Para algumas atividades, depende do auxílio de outras pessoas.

“Foi uma situação totalmente inesperada”, desabafa. “Nunca, em minha vida, imaginei passar por tamanha provação”. Olindo, como é mais conhecido na magistratura, é adepto da doutrina kardecista. Depois de ser acometido pela estranha doença, ele visitou os mais renomados especialistas do país e faz mensalmente tratamento no Hospital Sarah Kubitschek, em Brasília (DF).
Curiosamente, foi no espiritismo que ele julga ter encontrado maior alento para o seu drama. “Algumas coisas aconteceram desde então para reforçar minhas convicções”, afirma. Em fevereiro de 2006, por volta das 23h, estava em sua residência, no bairro Tranqueira, assistindo pela tevê ao show dos Rolling Stones, no Rio de Janeiro, quando sentiu uma presença invisível.

“Estava sozinho em casa, deitado no quarto, assistindo à televisão, num estado de semi-consciência, quando senti duas mãos massagearem fortemente as minhas pernas”, conta ele, acrescentando que Ângela, a esposa, não se encontrava na residência. Os filhos e os auxiliares também estavam ausentes.

Foi a primeira experiência espiritual no período da doença. Outras se sucederiam. Após todas elas, garante substancial melhoria no quadro de saúde. Passou a se corresponder, então, com entidades espíritas de todo o Brasil, tendo recebido orientação de que precisa desenvolver sua vocação mediúnica.

MOMENTO DA FOTO MISTERIOSA

A experiência mais inusitada, contudo, estava por vir. No começo deste ano, depois de ser visitado várias vezes por seres do mundo invisível, ele estava numa clínica, para exames e tratamento fisioterápico. Enquanto esperava, tirou algumas fotos do ambiente e de si próprio, usando para isso o aparelho celular.

Qual não foi o seu espanto quando viu surgir, atrás de si, numa das fotos, um rosto contrito de mulher. Ela estava olhando para o teto, em sinal de súplica, e aparece exatamente atrás do ombro direito do juiz. Ele garante que não havia ninguém no corredor junto com ele. “Olhei para todos os lados e não vi ninguém. Não havia espaço para alguém desaparecer tão rápido naquele corredor comprido e deserto”, enfatiza.

IMAGEM FOI PERICIADA E É AUTÊNTICA

As próprias funcionárias do estabelecimento se apressaram em reconhecer na fotografia o rosto de uma senhora já falecida, mãe de uma das médicas que ali trabalham. O assunto vem sendo repetidamente debatido entre espíritas e céticos. Há discordância quanto à autenticidade da foto, mas ninguém duvida de que a mulher que ali aparece já não está entre nós e que Olindo nunca teve com ela qualquer contato quando era viva.

A imagem foi periciada e é autêntica. O perito Vital Araújo afirma em laudo de 18 páginas que se trata de um fenômeno sobrenatural. “A ciência não explica.

Intrigado, ele investigou o caso e pretende lançar um livro sobre a experiência.

O episódio aconteceu em Teresina, no Piauí. José Olindo conta que tirava várias fotos e que uma mostrava alguém atrás dele. "Não havia ninguém atrás de mim. Botei a foto no computador e aí percebi com mais nitidez a pessoa", conta ele, que levou a imagem à clínica.

Funcionários se surpreenderam e explicaram que a mulher seria Magnólia de Sá Cardoso, que morrera de câncer em 2004. Ele lembra que a filha de Magnólia se emocionou com a aparição: "Fiquei à disposição para esclarecimentos, mas ela nunca entrou em contato".

O perito piauiense Delfino Vital da Cunha Araújo avaliou a imagem e considerou não ter ocorrido montagem. Mas como explicar a presença na foto de uma pessoa que já teria morrido? Sem justificativa científica para o fenômeno, José Olindo passou a pesquisar o tema: o registro de imagens de espíritos em fotografias.

“Acredito piamente, principalmente depois deste fenômeno, na sobrevivência da consciência do ser humano”, afirma ele, juiz da comarca de altos, cidade próxima à capital do Piauí.

Fomos atrás da história de Magnólia. Seria ela mesmo na foto? A história ganhou corpo entre os Kardecistas do Piauí e do Brasil. No Rio, seguidores da crença afirmam que Magnólia ou outro espírito qualquer possivelmente pretenderia transmitir mensagem.

Na Federação Espírita Piauiense, Magnólia é muito conhecida. Por isso, ninguém se surpreendeu com a aparição. Ela foi uma das fundadoras do Centro Espírita Paulo de Tarso, no Centro de Teresina e se destacou por grande trabalho social.

A atual presidente da instituição, Cristina Borges, explica que muitos identificaram a mulher como Magnólia e que ela já se manifesta no próprio centro. “Dona Magnólia era a médium que recebia o mentor espiritual da casa , Irmão João Cândido. Ela continua trabalhando na equipe espiritual dele. Só que já do outro lado”, observa Cristina.

A cardiologista Luiza Magna de Sá Cardoso acreditava, até há pouco tempo, que a pessoa na foto do juiz pudesse ser a sua mãe. “Parecia com ela quando jovem”, assinalou. Ao rever a foto, agora com melhor qualidade, ela acha que não é a sua mãe. “Nem mesmo quando jovem. Havia visto esta foto há muito tempo e não tinha qualidade. Mesmo assim, não cheguei a dar muita importância ao fato, conta.

Fantasma fotografado dentro de caminhão


Um policial, ao encontrar este velho caminhão abandonado, tirou algumas fotos antes do guincho chegar para levá-lo ao depósito da polícia.
Qual foi a surpresa que ao revelarem as fotos, havia um motorista invisível dentro dele!
Acreditam ser o antigo proprietário deste caminhão, mas não seguiram em frente para obter mais informações deste caso e saberem o que significaria isto.

Rosto de fantasma aparece em foto tirada com criança no Norte do Piauí



Uma foto está intrigando moradores do conjunto IAPEP, no bairro Germano, em Piripiri, município ao Norte do estado. Uma mulher, identificada pelo nome de Francisca, teria registrado a imagem onde apareceu um rosto de uma pessoa que segundo ela não estava no momento.

A criança está nas pernas da mulher. Parte dos joelhos aparecem do lado da criança. O detalhe que causou estranheza e chamou atenção, está do lado esquerdo da criança, atrás. Uma imagem, semelhante a um rosto, aparece. Segundo Francisca, no momento da foto não havia ninguém atrás.

O fato causa os mais variados comentários na vizinhança, não se sabe de quem é o rosto que aparece, mas crê-se na possibilidade de ser um rosto de alguém que não está mais vivo, ou seja, certamente seria alguém do além, um fantasma.

Imagem de espíritos de mãos dadas causa polêmica na Internet



A imagem de um acidente com duas mortes, ocorrido no fim de agosto na PR 180, próximo de Goioerê, está causando polêmica na Internet. Publicada pelo site Goionews, a foto da tragédia está chamando a atenção porque, para muitas pessoas, é possível enxergar duas pessoas de mãos dadas no alto de um barranco - onde, segundo testemunhas, não havia ninguém no momento da foto.

Os supostos espíritos aparecem à direita da foto, entre duas touceiras de mato.

Circulam na web comentários tentando explicar o fenômeno. Para alguns, trata-se da alma das duas mulheres que morreram na colisão - Edna Silva Amaral e Leonice de Lara. Outros sugerem que, como o filho de Edna faleceu em um acidente nas proximidades do local em que Edna também perdeu a vida, a imagem mostraria o filho vindo buscar a mãe.

Há também quem diga que tudo não passa de ilusão de ótica.

Suposto espírito aparece em cena da novela "Lado a Lado"


Mulher teria fotografado fantasma no espelho

Sandy Cholette queria mostrar a tatuagem nova, mas acabou se deparando com algo bem estranho na imagem refletido na imagem de seu celular


Uma mulher de Michigan, nos Estados Unidos, descobriu um convidado bastante inesperado em uma foto que ela tirou de si mesma no espelho de seu banheiro. Sandy Cholette se posicionou de costas para o seu espelho para clicar a imagem da sua tatuagem nas costas, pois queria mostrá-la a um amigo.

Ela fez a foto com o seu smartphone, mas quando foi olhar o resultado, viu algo assustador: a imagem tinha o que parecia um rosto meio fantasmagórico estampado na tela do aparelho. Após ver isso, ela postou a imagem estranha em um grupo de discussão paranormal do Facebook.

Segundo o site Examiner, Cholette disse que estava sozinha no banheiro no momento em que a foto foi tirada. Ela não tem certeza do que fazer com a imagem, mas diz que aquilo se parece muito com um rosto.

Jovem diz ter fotografado fantasma com capa preta no jardim



Depois tirar fotos de um pombo de madeira no quintal com seu iPad, Carlotte Wearing, de 16 anos, levou um susto ao ver dentre as imagens a silhueta de um homem de cartola, capa e roupas antigas entre arbustos do jardim de sua casa e foi correndo mostrar para a mãe que havia conseguido fotografar o fantasma que ela já tinha visto outras vezes rondando a casa nos últimos quatro anos e que apelidou de Jack. “Quando ela desceu as escadas, estava pálida e batendo na tela do iPad, pois tinha capturado Jack em uma das fotos”, disse Gillian, mãe de Carlotte (ambas na foto). A jovem disse que também já viu uma mulher em um vestido azul segurando um bebê em sua casa, no ano passado. Sua mãe acredita que a mulher e a criança estejam ligados ao Jack. “Eu fico preocupada com ele, pois acredito que ele esteja em busca de sua esposa e filho. Acho que ele deveria seguir em frente, mas gostaria muito de saber quem ele é e porque está aqui”, disse a dona de casa ao site britânico Daily Mail.

Garota fantasma aparece em castelo inglês



Ela aparece na janela, vestida de branco e com um olhar triste. Parece figurante de filme de terror bem ruim. Mesmo assim, o povão na Inglaterra não tem dúvida: trata-se de um fantasma. Alguns duvidaram: é uma grosseira manipulação de photoshop.
A assombração no castelo Gwrych, vilarejo no norte do País de Gales, apareceu no primeiro andar do edifício. A construção dá mais susto que qualquer espírito maligno. Feiosa, foi erguida em 1819. Os últimos proprietários a abandonaram em 1985. Desde então, tirando fantasmas de garotas, ninguém põe os pés lá.

Boa parte dos moradores de Gwrych, a turma que acredita em histórias de duendes e gnomos, bota fé que o espírito da moça morta ronda o castelo faz um tempo. O pessoal enfatiza que o ambiente em que a assombração surgiu não tem piso.

O empresário Kevin Horkin, de 48 anos, foi o autor da foto. Ele estava fazendo imagens do lugar e, de repente, tomou um susto:

- Era um dia frio e sombrio. Senti uma presença estranha, assegura o homem, vendendo seu peixe.

Fantasma no parque

Kelsey Park é um parque público em Londres e foi cenário de uma estranha foto registrada por um homem que passeava com seu cachorro. Ele conta que fazia sua caminhada diária e que queria tirar fotos de seu border collie para provar que mantinha controle do seu cão, pois recentemente havia sido publicada uma notícia que cães deveria ser mantidos presos com uma correia e coleira.

Durante o passeio seu cão estranhamente se recusou a avançar e que então bateu algumas fotos do animal e dos patos que ali estavam. No momento não percebeu nada de diferente, mas quando chegou em casa foi olhar as fotos batidas e se espantou por encontrar uma “pessoa transparente” atrás dos patos parecida com a imagem de uma senhora usando um vestido antigo.

Fantasma fotografado em Jogo da Liga dos Campeões


Aconteceu num do dos lugares mais improváveis para a ocorrência de um fenômeno desse tipo: o Estádio do Dragão, cidade do Porto/Pt. 

Durante um jogo de futebol da agenda da Liga dos Campeões, disputa entre as equipas do Porto (Portugal) e Paris Saint Germain (França), cujo resultado foi 1x0 para o Porto, as câmeras que registavam a comemoração do golo marcado pelo colombiano James Rodrígues captaram a presença de um fantasma entre os adeptos que vibravam na bancada. 

Com os punhos fechados e um sorriso na cara espectral, o fantasma parece partilhar do entusiasmo dos adeptos. 

Fantasma é Fotografado em uma Loja de Brinquedos (1981)


Reportagem do programa Fantástico, sobre uma foto que na época chacoalhou a mídia dos EUA. Uma fotografia de um fantasma obtida em uma loja de brinquedos, que já tinha fama de ser mal-assombrada.

O legal é que um famoso programa da época tentou mostrar se era fraude ou não a foto, e um fotógrafo ficou durante 2 horas 30 minutos tirando fotos com filme normais e infravermelho. Tudo isto na presença de 16 testemunhas.

Qual a surpresa ao olhar o filme infravermelho e ver um rapaz em pé na foto? Rapaz, é muito perfeito a pessoa. Segunda a parapsicóloga Silvia Brown, o vulto é de um pastor chamado Johnson.


A foto que foi tirada na loja de brinquedos mal assombrada.


Ao tentar desvendar se a foto era falsa, um nova imagem sobrenatural foi revelada em filme especial infravermelho. Este homem de pé, nítido, não estava lá quando tiravam as fotos...

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Pessoas relatam aparições em ilha fantasma

Acompanhe a expedição a uma ilha onde fica um dos primeiros presídios de segurança máxima do Brasil. As pessoas dizem que ouvem gritos no local. Veja alguns relatos.
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Cientista fotografa espírito saindo de corpo

Segundo o cientista russo Konstantin Korotkov, ele tirou uma foto de uma pessoa no momento de sua morte com uma câmera bioeletrografica, onde captou o momento certo da separação do corpo astral quando a energia deixa o corpo.

A imagem obtida pelo método de visualização de descarga de gás (Gas Discharge Visualization), uma técnica avançada de fotografia Kirlian, mostra em azul a força vital da pessoa deixando gradualmente o corpo.



De acordo com o cientista Korotkov, o umbigo e a cabeça são as partes que primeiro deixam sua energia vital (o que seria a alma) e a virilha e o coração são as últimas áreas onde permanece o espírito antes de sofrer a fantasmagoria do infinito.

Em outros casos, Korotkov diz ter notado que a “alma” das pessoas que morrem de forma violenta ou inesperada, sua energia geralmente se manifesta em estado de confusão e deixa o corpo nos dias que seguem à morte.

Isso poderia ser a energia extra que não foi usada, ou um medo terrível de abandonar o corpo, publica o site.

A técnica desenvolvida por Korotkov, que é diretor do Instituto de Investigação de Cultura Física de São Petersburgo, é endossada como uma tecnologia médica pelo Ministério da Saúde da Rússia e é utilizada por mais de 300 médicos no mundo para monitorar o estresse e o progresso de pacientes tratados com certas enfermidades como o câncer. Korotkov disse que sua técnica de visualização energética poderia servir para observar todo tipo de desequilíbrios biofísicos e realizar um diagnostico em tempo real e também para mostrar se uma pessoa na realidade tem poderes psíquicos ou é uma fraude.

Esta técnica, que mede em tempo real e de forma amplificada a radiação estimulada pelo campo eletromagnético, é uma versão mais avançada da tecnologia inventada por Semión Kirliana para medir a aura.

E alerta para uso de telefone celular e estes têm radiação negativa muitas vezes ser cancerígeno, alguns estudos parecem confirmar isso.
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A estátua de bronze

A lenda relata que a estátua de uma mulher vira fantasma durante a noite e perambula pelo cemitério em Itajubá, no sul de Minas Gerais. Será?
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Menino diz ter fotografado 'fantasma' durante festa de casamento

Torso e cabeça de mulher aparecem 'flutuando' em imagem.

'Tenho certeza que é um fantasma', diz garoto britânico.


Um garoto inglês de 12 anos apresentou nesta semana uma foto tirada em um casamento e que, segundo ele, capturou a imagem de um fantasma. Na fotografia, ao lado do casal dançando a primeira valsa, aparece a cabeça e o torso de uma mulher "flutuando". 

Jordan Martin, que jura que a fotografia não foi editada, conta que tirou cerca de 50 fotos durante o casamento de Nigel e Helen Davis, no dia 31 de maio. "Só percebi que tinha algo estranho quando olhei depois, no computador", conta o menino. 

"Não acreditei no que estava vendo. É muito estranho. Eu tenho certeza que é um fantasma", diz Jordan. A mãe do menino, Ann Martin, não acredita na existência de fantasmas, mas não conseguiu convencer o filho do contrário. "Fiquei em choque quando vi a foto. Parece algo tão real", diz ela.
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Parquinho em Paranapiacaba

Depois de jovens mandarem uma foto, com uma imagem impressionante de um vulto, o apresentador do Balanço Geral SP foi conferir o fenômeno no parquinho, que fica em Paranapiacaba (SP). Veja!
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Fantasma aparece em azulejo de casa

Geraldo Luís foi até a casa, no bairro da Vila Prudente, onde imagens de possíveis fantasmas aparecem em azulejos. Detalhe: Descobriu-se depois da matéria que nessa casa morou um casal de bailarinos e que ela havia perdido o bebê. Confira:
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Vozes e barulhos em ginásio esportivo

Em Campina do Monte Alegre, interior de São Paulo, os moradores relatam que, durante a noite, é possível ouvir a voz de uma criança. O local onde o prédio foi construído abrigava um cemitério indígena. Geraldo Luís foi até a cidade e mostra todos os mistérios que envolvem essa assustadora história.
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Histórias de medo no Rio de Janeiro

Balanço Geral RJ: veja as principais lendas urbanas que assustam cariocas.
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Reportagem sobre almas penadas

Reportagem feita pela Record RJ. Confira fóruns de discussão na internet e vídeos sobre fantasmas. A ciência explica a razão das pessoas enxergarem supostas almas penadas?
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Pessoas atormentadas por assombrações

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Projeto Paranormal amanhã na Record no Programa Balanço Geral

Nesta segunda 28/10 na Record no Programa Balanço Geral do meio dia às 14:30h. Assistam!
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Aparições no Teatro Municipal de Bebedouro


Sótão do teatro onde até hoje ainda tem nas paredes dedicatórias nas paredes feitas pelos atores da época



Locais onde foram avistadas aparições fantasmagóricas:



Teatro de Bebedouro em sua forma original:


Teatro de Bebedouro em sua forma atual:


Um teatro centenário narra  em sua história barulho do piano sendo arrastado pelo palco ouvido por pessoas diferentes em momentos diferentes, atores declarando ter avistado um senhor baixinho, de chapéu no canto do palco, o barulho de passos de um senhor que arrasta uma das pernas porque era manco, pessoa no fundo da plateia que constantemente fica em pé parada, observando. Fenômenos similares narrados por diversas pessoas, em diferentes momentos no mesmo teatro. Muito interessante!

José Mojica (Zé do Caixão) e Flavio Lopes, diretor do teatro.

Assista aqui abaixo a entrevista que Flavio Lopes deu no Encontro com Fátima Bernardes dia 03/09/13:


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Hospital psiquiátrico nos EUA oferece visitas para os "caça aos fantasmas"

Há quem diga que o Asilo de Lunáticos Trans-Allegheny é um centro de atividades paranormais


Construído entre 1858 e 1881 para acomodar 250 pacientes, o Hospital Psiquiátrico de Weston fechou as portas em 1994


Eu costumava acreditar que todo mundo tinha uma história de fantasmas para contar. A melhor amiga da minha mãe sempre falava sobre um soldado que ela conheceu quando era contadora na Força Aérea dos Estados Unidos. Ele afirmava que era um fantasma e provava o que dizia ao andar em meio à pista de pouso iluminada pela luz da lua, desaparecendo em frente aos seus olhos. Outra amiga da minha mãe costumava trazer um tabuleiro de Ouija quando cuidava de mim. À medida que o indicador de plástico passava pelo tabuleiro, ela falava sobre as mensagens que o mundo espiritual enviava regularmente para ela. A culpa é das amigas da minha mãe, pois desde que me conheço por gente procuro desesperadamente por uma história de fantasmas que eu possa contar. 

Foi assim que acabei escutando barulhos suspeitos no meio da noite no Asilo de Lunáticos Trans-Allegheny, em Weston, West Virginia. Há quem diga que o edifício é um centro de atividades paranormais e é fácil entender por quê. Construído entre 1858 e 1881 para acomodar 250 pacientes, ele chegou a abrigar 10 vezes mais pessoas nos anos 1950. Era um bando de gente desligada do mundo, não apenas porque estavam em um hospital psiquiátrico, mas porque muitos haviam sido agredidos por pacientes violentos e alguns deles chegaram até mesmo a morrer.

Greg Graham, o Cabeça de Cobre (esq.), guia grupo durante visita ao local no meio da noite. Foto: Jeff Swensen/NYTNS

Às 2h da manhã eu estava ficando sonolento e minhas esperanças de me encontrar com um espírito de verdade já estavam desaparecendo. Agora o Cabeça de Cobre deveria nos levar à sala de recuperação da ala de lobotomia. Ele nos encaminhou por uma série de corredores, até chegarmos a um lance de escadas atrás de uma porta enferrujada que estava trancada. Quando entramos na sala, liguei minha lanterna e iluminei a tinta que se desprendia do teto em flocos do tamanho de pratos, além do vidro quebrado espalhado sobre o chão. Embora o único fantasma que eu tenha notado no quarto tenha sido o Fantasma do Amianto Passado, atendi às objeções de Thomas e fomos para um corredor que nos levava a uma série de câmaras de isolamento.

Assim que montamos a barraca, ouvimos um som estranho que vinha de uma parte distante do asilo – como se alguma coisa pesada fosse arrastada pelo chão. Thomas se levantou e perguntou se eu também havia escutado. No início, disse para ele que o som estava vindo da área sem fantasmas, que não era muito longe dali. Então, porém, escutamos de novo e, dessa vez, tínhamos certeza de que o som vinha do espaço onde ficava a porta enferrujada que levava à área da lobotomia. Quando ouvimos o som pela terceira vez, mais alto que antes, Thomas saiu correndo.

Ele voltou para onde o Cabeça de Cobre estava. Nós três caminhamos em silêncio por uma série de quartos com nossas lanternas e alguns deles ainda exibiam o velho equipamento do hospital e grades nas janelas, até que entramos em uma sala que estava coberta de materiais para o telhado. O Cabeça de Cobre pisou com a bota em uma das placas e escutamos o mesmo som. Estávamos na área proibida do asilo, o que significa que o som que ouvimos só podia ter vindo do além.

Todavia, Thomas não queria especular. Ele arrumou as coisas e foi para o carro que havíamos alugado, se negando a voltar para dentro. Acabei indo para o carro também e, enquanto íamos embora, olhei para as luzes fracas do asilo e pensei em todas as pessoas que conhecia e que tinham uma história de fantasmas para contar. Se eu fosse capaz de acreditar, finalmente teria a minha história.


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